
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a regulamentação de redes sociais e a votação de um projeto já aprovado no Senado e em tramitação na Câmara para estabelecer um marco legal sobre o assunto no Brasil.
A proposta, segundo Pacheco, foi votada no Senado em 2020 e aguarda votação pelos deputados desde então.
"Não é censura, não é limitação da liberdade de expressão. São regras para uso dessas plataformas digitais para que pessoas não disseminem ódio, violência, ataques a instituições", afirmou, em entrevista coletiva após reunião com os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e os líderes do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP).
"Espero que a Câmara possa evoluir, ainda que com alterações, para que possamos ter uma lei", completou.
Segundo Pacheco, a regulamentação das redes sociais é algo inevitável. "Precisamos ter disciplina legal sobre isso, sob pena de ter discricionariedade por parte das plataformas que não se sentem obrigadas a ter o mínimo ético no manejo das informações e desinformações na rede social", disse.
"A participação do Judiciário tendo que decidir sobre essas questões sem que haja uma lei que discipline acaba gerando controvérsias como essas que vimos, de o Judiciário precisar agir", reforçou.
Política Veja como foi a terça-feira (25) dos candidatos a presidente
Política Rio exonera 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$ 221 milhões
Política Facebook falha em filtrar anúncio com desinformação eleitoral, diz ONG
Eleições 2026 Em nova derrota para Jerônimo, Justiça Eleitoral rejeita pedido para retirar vídeo de ACM Neto sobre desemprego na Bahia
Eleições 2026 Jerônimo divulga fake news sobre suposta perseguição política em hospital e é desmentido por página de humor
Política Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (25)


