
Oministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (17) a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
A medida foi solicitada na semana passada pela Polícia Federal (PF) no âmbito da investigação da Operação Lucas 12:2, que apura o suposto funcionamento de uma organização criminosa para desviar e vender presentes recebidos pelo ex-presidente de autoridades estrangeiras.
Segundo as investigações, os desvios começaram em meados de 2022 e terminaram no início deste ano. Entre os envolvidos estão o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e o pai dele, o general de Exército, Mauro Lourena Cid. O militar trabalhava no escritório da Apex, em Miami.
Conforme regras do Tribunal de Contas da União (TCU), os presentes de governos estrangeiros deviam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), setor da Presidência da República responsável pela guarda dos presentes, e que não poderiam ficar no acervo pessoal de Bolsonaro, nem deixar de ser catalogados.
A reportagem busca contato com a defesa de Bolsonaro.
Política Veja como foi a terça-feira (25) dos candidatos a presidente
Política Rio exonera 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$ 221 milhões
Política Facebook falha em filtrar anúncio com desinformação eleitoral, diz ONG
Eleições 2026 Em nova derrota para Jerônimo, Justiça Eleitoral rejeita pedido para retirar vídeo de ACM Neto sobre desemprego na Bahia
Eleições 2026 Jerônimo divulga fake news sobre suposta perseguição política em hospital e é desmentido por página de humor
Política Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (25)


