
Líder da bancada de oposição na Câmara de Lauro de Freitas, a vereadora Débora Régis (PDT) teve o seu mandato cassado na manhã desta terça-feira (20) pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). A decisão foi tomada de forma unanime pelos sete membros da Corte. Ela ainda pode recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Após ser anunciada a cassação de seu mandato, Débora Régis disse que foi alvo de perseguição política protagonizado pela prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho (PT).
"Moema morre de medo de perder para mim nas urnas, e tenta me tirar do jogo eleitoral com uma denúncia fictícia e falaciosa, formulada com provas forjadas e testemunhas compradas até por vereador da base dela. Mas a prefeita não vai conseguir", disse Débora.
"Eu venci esse processo em primeira instância, o Ministério Público Eleitoral disse ao TRE que a acusação não tem fundamento e vou ganhar, se for necessário, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Moema terá que me enfrentar nas urnas em 2024", complementou.
O processo de cassação de Débora foi movido pelo PSB, que integra a base aliada de Moema em Lauro de Freitas. O partido alega que a agora ex-vereadora cometeu os crimes de caixa dois e arrecadação ilícita para campanha eleitoral de 2020.
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