
Reconduzido à presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS), o presidente Carlos Muniz (PSDB), mostrou que deve andar com as próprias pernas neste segundo mandato na Casa. Em primeiro ato como reeleito, o tucano exonerou 25 assessores de cargos comissionados ligados ao vice-governador Geraldo Jr (MDB).
Entre as funções que entraram na mira de Muniz estão: assessor de Infraestrutura, Secretário de Gestão de Pessoas, Cerimonial, Tecnologia da Informação, Comunicação, Procuradoria, Técnico, Câmara Mirim e Chefe do memorial.
Os desligamentos constam no Diário Oficial do Legislativo (DOL), publicado em edição extra, nesta terça-feira, 6. As demissões também se estende a Fundação Cosme de Farias.
O documento também traz a nomeação de novos assessores, como Marcus Vinícius Grillo Morais, que assume a função de de Assessor Especial de Manutenção Predial, e é diretamente ligado ao chefe do Legislativo.
A novidade também sinaliza a autonomia de Muniz à frente da gestão da Casa. Isso porque o tucano assumiu a cadeira da presidência após a renúncia de Geraldo Jr da função em dezembro de 2022, um mês antes de ser empossado ao seu atual cargo. À época, Muniz estava na posição de primeiro presidente e, consequentemente, foi nomeado à presidência.
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