
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta terça-feira (1º) projeto que reforça o direito de mulheres grávidas em empregos provisórios terem estabilidade no trabalho do momento em que confirmarem a gestação até o quinto mês após o parto.
Foram nove votos favoráveis e um contrário ao Projeto de Lei (PL) 3.522/2025 , do senador Confúcio Moura. Aprovado na forma de um substitutivo da senadoraJussara Lima (PSD-PI), o texto ainda será confirmado em um turno suplementar na comissão.
Atualmente, os casos de estabilidade provisória a essas trabalhadoras se baseiam em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST). O Projeto de Lei altera a legislação para assegurar o direito às contratadas mediante:
A estabilidade provisória vale ainda que a confirmação da gestação ocorra no período do aviso prévio, seja ele trabalhado ou indenizado.
Pelo texto de Jussara Lima, a proteção ainda se aplicará ao empregado adotante ao qual tenha sido concedida guarda provisória para fins de adoção.
Quanto ao trabalho intermitente, a proposta determina que as grávidas terão direito a uma garantia remuneratória mensal, independentemente de convocação para trabalhar, exceto nos meses em que receber salário-maternidade.
Além disso, o pedido de demissão feito pela gestante só será válido quando formalizados com assistência do sindicato profissional.
Senado Federal Vai à Câmara prioridade no fomento ao patrimônio cultural imaterial
Senado Federal Empréstimo de US$ 1 bilhão com o Bird segue para o Plenário
Senado Federal Incentivo à adaptação de navios para biodiesel e etanol passa na CAE