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Taurino Araújo participa da 2ª Exposição Coletiva da ABARVI no TJBA com a obra AGREGAÇÃO

A obra também dialoga com um dos conceitos centrais da exposição — as “Arquiteturas do Acolhimento” — ao propor que a verdadeira arquitetura nasce das relações estabelecidas entre diferenças. O memorial sintetiza essa concepção na afirmação de que, em AGREGAÇÃO, “a arquitetura não é construída por paredes, mas por relações”, fazendo da convivência entre fragmentos naturais uma metáfora da dignidade compartilhada.

30/07/2026 às 15h51
Por: Galego Noticias
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AGREGAÇÃO: Assemblage orgânica by Taurino Araújo (2017) integrante da série Fazendo Arte no Parque da Cidade. Registro fotográfico em papel aquarel . Tamanho 32X42.
AGREGAÇÃO: Assemblage orgânica by Taurino Araújo (2017) integrante da série Fazendo Arte no Parque da Cidade. Registro fotográfico em papel aquarel . Tamanho 32X42.

 

A Associação Baiana de Artes Plásticas e Visuais (ABARVI) contará com a participação do artista visual, poeta, advogado, jurista, crítico literário e pesquisador Taurino Araújo na 2ª Exposição Coletiva "A Última Porta: Arquiteturas do Acolhimento", mostra que homenageia o legado de Santa Dulce dos Pobres e será realizada no Centro Cultural do Tribunal de Justiça da Bahia, entre 3 e 14 de agosto de 2026, com curadoria de Celso Cunha. A exposição reúne cerca de 30 artistas baianos e propõe uma reflexão estética sobre o acolhimento, a dignidade humana e a solidariedade por meio de diferentes linguagens visuais.

Taurino Araújo apresentará a obra AGREGAÇÃO, criada em 2017 e integrante da série Assemblage no Parque da Cidade. Produzida em assemblage orgânica fotografada em papel aquarel, a obra parte de folhas, cascas, sementes, flores e galhos encontrados naturalmente no solo para construir uma composição que investiga as relações entre diferença, memória e pertencimento.

Segundo o memorial da obra, a pesquisa artística de Taurino Araújo compreende a natureza não como objeto de representação, mas como um sistema de pensamento. Em AGREGAÇÃO, elementos naturais preservam sua singularidade ao mesmo tempo em que passam a integrar uma comunidade visual, transformando o acolhimento em princípio estético da própria composição. Essa abordagem dialoga com a proposta curatorial da mostra, que convida os artistas a interpretar contemporaneamente o legado de Santa Dulce, mais do que representá-la figurativamente.

A obra também dialoga com um dos conceitos centrais da exposição — as "Arquiteturas do Acolhimento" — ao propor que a verdadeira arquitetura nasce das relações estabelecidas entre diferenças. O memorial sintetiza essa concepção na afirmação de que, em AGREGAÇÃO, "a arquitetura não é construída por paredes, mas por relações", fazendo da convivência entre fragmentos naturais uma metáfora da dignidade compartilhada.

A participação de Taurino Araújo amplia o diálogo entre artes visuais, literatura, filosofia e reflexão humanística, características presentes em sua produção artística e intelectual. Sua presença na exposição reafirma o compromisso da ABARVI com a valorização de pesquisas autorais capazes de estabelecer conexões entre a arte contemporânea e temas de grande relevância social e cultural.

Serviço

Exposição: A Última Porta: Arquiteturas do Acolhimento
Realização: Associação Baiana de Artes Plásticas e Visuais (ABARVI)
Curadoria: Celso Cunha
Período: 3 a 14 de agosto de 2026
Local: Centro Cultural do Tribunal de Justiça da Bahia – Salvador (BA)
Visitação: Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

 

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