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“A valorização da mulher é um esforço coletivo, que começa dentro de cada um de nós”, diz Ireuda Silva no Mês da Mulher

“Temos competência de sobra, mas a valorização da mulher é um esforço coletivo, que começa dentro de cada um de nós. Não adianta cobrarmos isso apenas do mercado de trabalho se não colocamos em prática no dia a dia, se pensamos e nos referimos à mulher de maneira pejorativa e misógina”, diz Ireuda.

01/03/2023 às 09h34
Por: Galego Noticias
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“A valorização da mulher é um esforço coletivo, que começa dentro de cada um de nós”, diz Ireuda Silva no Mês da Mulher
Neste 1º de março, abertura do Mês da Mulher, a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, vereadora Ireuda Silva (Republicanos), chama a atenção para a necessidade de valorização do trabalho feminino nas mais diversas áreas, seja no setor empresarial, na política e nas artes. Para a republicana, a representatividade tem crescido cada vez mais, mas os talentos ainda não são devidamente reconhecidos.

“Pesquisas mostram que, embora tenham competência de sobra, o talento da mulher ainda é menosprezado na sociedade. Isso não acontece apenas dentro das empresas, mas na sociedade como um todo. Segundo o IBGE, as mulheres ganham 20,5% a menos que os homens, são preteridas em contratações e promoções. Além disso, erros delas no trabalho são muito mais associados ao gênero”, pontua Ireuda.

A republicana lembra, porém, que um levantamento internacional mostrou que países e cidades administrados por mulheres tiveram mais êxito no combate à pandemia de Covid-19. Outro aspecto importante é que empresas gerenciadas por mulheres ganham em eficiência. Segundo ela, falas sexistas, agressões e feminicídio, além de processos de exclusão que prejudicam o empoderamento feminino são produtos disso.

“Temos competência de sobra, mas a valorização da mulher é um esforço coletivo, que começa dentro de cada um de nós. Não adianta cobrarmos isso apenas do mercado de trabalho se não colocamos em prática no dia a dia, se pensamos e nos referimos à mulher de maneira pejorativa e misógina”, diz Ireuda.
 
 
 
 
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