
De repente, como em um efeito dominó, gigantes nacionais do setor varejista, como Americanas, Renner e Magalu, entraram em crise, perdendo valor de mercado e contabilizando prejuízos.
“As varejistas brasileiras dormiram no ponto e não se estruturaram para a hipercompetitividade dos dias atuais. Não faz sentido um consumidor ir à loja, ter a experiência com o produto e comprar pela internet de outro player com melhor canal digital. Isso é sinal de que o cliente não teve uma experiência suficientemente positiva no ponto de venda físico. Essa experiência tem de ser holística, integrando o presencial com o digital. Muitas vezes, ocorre uma disfunção entre a experiência dele na loja física e no site e essa dissonância favorece os players digitais que oferecem usabilidade imbatível”, diz Sandro Magaldi, especialista em transformação de negócios sob os pilares de gestão estratégica, cultura organizacional e lideranças.
Segundo Magaldi, um dos maiores erros em momentos de preocupação diante de novos cenários, como o atual, é o de as empresas frearem seu ímpeto rumo à transformação organizacional.
“Tão arriscado quanto não desenvolver estratégias para lidar com o contexto atual, é interromper as iniciativas destinadas à sustentabilidade futura do negócio, em especial, as relacionadas à inovação”, diz o coautor dos best sellers “Gestão do Amanhã”, “Novo Código da Cultura” e “Lideranças Disruptiva”.
Que tal entrevistar o Sandro Magaldi sobre como as varejistas - e as empresas brasileiras em geral - podem fugir dessa armadilha por meio de mudanças nos seus sistemas de gestão e lideranças?