
A decisão foi publicada nesta terça-feira (25) pela Quinta Turma Recursal, sob o comando da relatora, Dra Juíza Eliene Simone Silva Oliveira. O caso aconteceu em 2019, durante o evento Salvador Fest.
Na época, o estudante Ícaro Barros estava em um camarote da festa quando foi espancado, humilhado na frente de várias pessoas e colocado para fora do evento por seguranças da empresa “CDI Segurança Privada”.
Segundo os advogados Ives Bittencourt e Lucas Daniel da Matta, que representam a vítima, informaram que as duas empresas “Salvador Produções e CDI Segurança” foram condenadas por racismo e espancamento de jovem negro em R$ 39.920,00. Não cabe mais recurso no processo.