
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou a campanha do coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão). A decisão foi proferida nesta terça-feira (1º) e acontece em meio a críticas nas redes sociais e imprensa.
Na decisão, o magistrado determinou que as plataformas restabeleçam, em até duas horas, os perfis cadastrados pela campanha. O candidato foi acusado de manter 16 perfis não cadastrados junto a Justiça Eleitoral.
Toffoli também recebeu inúmeras críticas da classe política. A decisão anterior também previa asuspensão de repasses de recursos do fundo eleitoral à chapa majoritária e da realização de gastos com eventuais recursos já repassados; e a suspensão do direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts ou quaisquer outros meios de comunicação.
Ao longo do dia, Renan ficou entre os assuntos mais comentados no X (o antigo Twitter). "A decisão é ilegal, a decisão é persecutória", declarou o candidato, em um vídeo publicado antes da suspensão do seu perfil no Instagram.
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