
Os professores da rede municipal de ensino podem retomar a paralisação se a Câmara Municipal de Salvador não aprovar o Projeto de Lei Complementar 03/2025 que regulamenta o acordo firmado pela gestão do prefeito Bruno Reis e a APLB-Sindicato.
"Estamos em estado de greve. O governo municipal até agora não cumpriu o acordo assinado. Não aprovou o PL do acordo até agora", disse Rui Oliveira, coordenador-geral da APLB, que apontou haver problemas já no calendário letivo - a paralisação anterior ao acordo durou 70 dias. "A insatisfação é muito grande. Espero que o prefeito tenha juízo e resolva essas pendências essa semana", pressionou o dirigente da APLB.
O PLC 03/2025 foi protocolado na Câmara Municipal de Salvador em 20 de agosto e prevê alterações no Plano de Carreira do Magistério Municipal, no Fundo Municipal de Educação e o Programa Dinheiro Direto na Escola.
Na segunda-feira (15), o secretário da Educação, Thiago Dantas, não compareceu a reunião entre vereadores e a APLB para tratar do projeto de reestruturação da carreira dos professores municipais.
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