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Ireuda Silva lamenta primeiro feminicídio de 2025

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Galego Noticias
Por: Galego Noticias
13/01/2025 às 19h29
Ireuda Silva lamenta primeiro feminicídio de 2025
Foto da Vereadora da Ireuda Silva (Republicanos) na tribuna da Câmara Municipal de Salvador

Segundo a vereadora o fato expõe falhas na proteção das mulheres

O Distrito Federal abriu o ano de 2025 com mais um caso grave de violência contra as mulheres no Brasil. Ana Moura Virtuoso, de apenas 27 anos, foi brutalmente assassinada a facadas no bairro Santa Luzia, na Cidade Estrutural. O caso, que já é registrado como feminicídio, ecoa a dor de milhares de mulheres vítimas de uma realidade alarmante e persistente.

Para a vereadora Ireuda Silva (Republicanos), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na legislatura passada, o episódio é mais uma prova de que a luta pela vida e dignidade das mulheres ainda enfrenta grandes desafios. “O ano de 2025 mal começou, e já nos deparamos com casos alarmantes de feminicídio. No Distrito Federal, a tragédia de uma jovem assassinada chocou o país. Mas quantas outras histórias, igualmente dolorosas, permanecem sem voz, ocultas nas estatísticas ou ignoradas por uma sociedade que ainda não despertou plenamente para a gravidade dessa realidade?”, questiona Ireuda.

A parlamentar destaca que o início de um novo ano deveria ser marcado por esperança e ações concretas para um futuro mais seguro e justo para todas. "Na virada do ano, fizemos votos de paz, desejamos um futuro melhor e celebramos a esperança de dias mais justos. Mas a pergunta que ecoa é: o que estamos fazendo para transformar esses desejos em ações concretas?", pondera.

Ireuda Silva ressalta que o feminicídio não é uma fatalidade inevitável, mas o resultado de uma cultura de violência e desigualdade enraizada na sociedade. "Feminicídio não é um destino inevitável. É fruto de uma cultura de violência, desigualdade e omissão que ainda tolera o desrespeito e a violência contra as mulheres", afirma. Segundo ela, cada caso não pode ser tratado apenas como uma estatística, mas sim como um alerta sobre a necessidade de revisar políticas públicas e promover mudanças profundas.

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